Sala de espera como estratégia de educação em saúde em doenças crônicas: relato de experiência de uma farmacêutica residente
DOI:
https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.3369Palavras-chave:
Educação em saúde, Atenção Básica, Farmacêutico, Sala de Espera, Doenças CrônicasResumo
Introdução: A Atenção Básica (AB) constitui a principal porta de entrada do usuário no Sistema Único de Saúde (SUS), concentrando ações de promoção da saúde e prevenção de agravos. A atuação do farmacêutico em atividades educativas, embora recente, mostra-se essencial diante da elevada prevalência de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, demandando acompanhamento contínuo e estratégias que favoreçam o uso seguro e racional de medicamentos. Objetivo: Relatar a experiência de uma farmacêutica residente na condução de ações de educação em saúde realizadas em sala de espera com pacientes hipertensos e diabéticos em uma Unidade Básica de Saúde no norte piauiense. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência desenvolvido na AB, utilizando metodologia participativa e o espaço da sala de espera como ferramenta para diálogo e construção coletiva do conhecimento. Resultados e discussão: As atividades apresentaram participação expressiva dos usuários do serviço, relatos de experiências pessoais e esclarecimento de dúvidas, evidenciando a importância do farmacêutico na orientação sobre o uso adequado dos medicamentos e na prevenção de riscos relacionados ao tratamento. Conclusão: A experiência demonstrou que o farmacêutico pode usar a ferramenta de “Sala de espera” como estratégia de educação em saúde na atenção básica de maneira assertiva junto aos portadores de doenças crônicas, fomentando os elementos de expertise técnica para a população usuária do serviço, que se interessa e participa da proposta de intercâmbio de saberes e vivências mútuas em saúde.
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