Mulheres privadas de liberdade: fundamentos da teoria humanística
DOI:
https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.3043Palabras clave:
Cuidados de Enfermagem, Teoria de Enfermagem, Pessoa Privada de LiberdadeResumen
Introdução: Mulheres em situação de privação de liberdade enfrentam desafios, que incluem condições de vida precárias e limitações no acesso a serviços essenciais, como saúde e educação. A implementação de políticas de reintegração e programas de apoio é fundamental para facilitar a recuperação e a reinserção social, o que contribui para a superação do ciclo de violência e exclusão. Objetivo: Identificar as fragilidades da assistência de enfermagem às mulheres privadas de liberdade. Método: Trata-se de um estudo de revisão integrativa, na qual foram realizadas buscas nas bases LILACS, BVS, BDENF e Medline, por meio dos descritores: Cuidados de Enfermagem; Pessoa Privada de Liberdade; Teoria de Enfermagem. Foram analisados estudos que abordam a demanda de enfermagem no sistema prisional feminino. Resultados: A maioria dos estudos encontrados apontam os desafios que a equipe de enfermagem enfrenta na prestação de uma assistência adequada. Entre esses obstáculos, destacam-se a inadequação estrutural, a escassez de materiais necessários para a realização de exames, a fragilidade da organização nas estratégias de promoção e prevenção da saúde, além de fatores diretamente influenciados pelo ambiente carcerário que afetam esses profissionais. Conclusões: Em virtude da inadequação na assistência à saúde destinada às mulheres encarceradas, observa-se uma carência de cuidado integral e contínuo. Assim, torna-se imperativo a realização de estudos mais aprofundados nesse contexto, com o objetivo de investigar os problemas decorrentes dessa situação.
Descargas
Citas
ALMEIDA, J. S.; SILVA, M. F.; OLIVEIRA, A. B. Metodologia para revisão integrativa: etapas e importância. Revista de Pesquisa Acadêmica, v. 5, n. 2, p. 45-59, 2022.
ARAÚJO, C. L. Utilização da estratégia PICo em estudos qualitativos. Revista de Enfermagem, v. 3, n. 1, p. 23-35, 2020.
ARAÚJO, M. M. de; MOREIRA, A. da S.; CAVALCANTE, E. G. R.; DAMASCENO, S.
S.; OLIVEIRA, D. R. de; CRUZ, R. de S. B. L. C. Assistência à saúde de mulheres encarceradas: análise com base na Teoria das Necessidades Humanas Básicas. Escola Anna Nery, Rio de Janeiro, v. 24, n. 3, p. 1-9, 2020. DOI: 10.1590/2177-9465-ean-2019-0303.
Disponível em: https://doi.org/10.1590/2177-9465-ean-2019-0303. Acesso em: 13 mar. 2021.
ARAÚJO, M. M. de; MOREIRA, A. da S.; CAVALCANTE, E. G. R.; DAMASCENO, S.
S.; OLIVEIRA, D. R. de; CRUZ, R. de S. B. L. C. Assistência à saúde de mulheres encarceradas: análise com base na Teoria das Necessidades Humanas Básicas. Escola Anna Nery, v. 24, n. 4, p. 1-9, out./dez. 2020. DOI: 10.1590/2177-9465-ean-2020-0104. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2177-9465-ean-2020-0104.
BARTOS, M. S. H. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional: uma reflexão sob a ótica da intersetorialidade. Ciência &
Saúde Coletiva, v. 28, p. 1131-1138, 2023.
BARRA, B. L. et al. Ações em saúde para mulheres privadas de liberdade: relato de experiência. EXTENDERE, v. 9, n. 1, 2023.
CAVALCANTI, A.; ALMEIDA, M.; SILVA, J. Condição de saúde de mulheres privadas de liberdade: uma revisão integrativa. ResearchGate, 2016.
DEPEN. Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias. Brasília, 2020.
GOIS, F. M.; COSTA, M. E.; SANTOS, V. P. A infraestrutura do sistema prisional feminino e os desafios na atenção à saúde. Revista de Saúde Pública, v. 56, p. 18-23, 2022.
HORTA, W. de A. Enfermagem: teoria, conceitos, princípios e processo. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 8, n. 1, p. 7-17, 1974. Disponível em:
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0080-62341974000100007&script=sci_arttext&tlng=p
t. Acesso em: 13 mar. 2021.
INFOPEN MULHERES. Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias sobre Mulheres. Brasília, 2020.
LEITE-SALGUEIRO, C.; PEREIRA, A.; SILVA, J. Reflexões sobre a assistência em enfermagem à mulher encarcerada: um estudo de revisão integrativa. ResearchGate, 2018.
NAÇÕES UNIDAS NO BRASIL. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 23 set. 2024.
SANTOS, A. S.; ALMEIDA, M. L.; CAVALCANTI, D. M. O impacto do encarceramento na saúde das mulheres no Brasil. Revista Brasileira de Saúde Pública, v. 54, p. 103-110, 2020.
SILVA, J.; PEREIRA, M. Título do artigo. Revista Contemporânea, São Paulo, v. 12, n. 3, p. 45-60, set. 2024. Disponível em: https://ojs.revistacontemporanea.com/ojs/index.php/home/article/view/2737/1972. Acesso em: 3 set. 2024.
SOUZA, G. C.; CABRAL, K. D. S.; LEITE-SALGUEIRO, C. D. B. Reflexões sobre a
assistência em enfermagem à mulher encarcerada. Arquivos de Ciências da Saúde UNIPAR, Umuarama, v. 22, n. 1, p. 55-62, jan./abr. 2018. Disponível em:
https://www.revistas.unipar.br/index.php/saude/article/view/6240.
SOUTO, K.; MOREIRA, M. R. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: protagonismo do movimento de mulheres. Saúde em Debate, v. 45, n. 130, p. 832-846, 2021.





































