Uso excessivo do celular e dificuldades de atenção em crianças de 6 a 10 anos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.3126

Palavras-chave:

atenção infantil, telas, terapia cognitivo‑comportamental

Resumo

O uso de smartphones na infância cresce no mesmo período em que funções executivas (atenção sustentada, inibição, memória de trabalho) se expandem. Este estudo teórico integra evidências (2022–2025) e, à luz da TCC, discute como tempo e, sobretudo, contexto de uso (co-uso, conteúdo, TV de fundo) relacionam-se a dificuldades atencionais (Mallawaarachchi et al., 2024). Metanálises apontam maior probabilidade de sintomas compatíveis com TDAH quando a exposição diária é ≥2 h (Liu et al., 2024), e associações entre duração de tela e problemas internalizantes/externalizantes (Eirich et al., 2022). Hipóteses neurofuncionais sugerem competição entre reforço digital imediato e foco prolongado (Montag & Becker, 2023). Indicam-se implicações aplicadas para Psicologia Escolar e Educacional: psicoeducação, regras claras, economia de fichas, treino de autorregulação e hábitos de sono/atividade física.

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Biografia do Autor

Douglas Duarte da Visitação, Faculdade Brasília (FBR)

Graduado em Banco de dados pela universidade cruzeiro do Sul em (2019). Estudante de Psicologia 9º semestre na Faculdade Brasília (FBR) -2026. Pós-graduado em Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional em (2023). MBA em Gestão de projetos e metodologias ágeis em (2024).

George Felinto da Silva, Faculdade Brasília (FBR)

Graduado em Letras Português/Inglês pela Faculdade Evangélica de Brasília (2011). Graduado em Licenciatura em Pedagogia pela Faculdade IESA – Instituto Filadélfia (2020). Especialista em Metodologia de Ensino de Língua Inglesa pela Universidade Católica de Brasília (2013). Especialista em Docência do Ensino Superior pela Faculdade de Tecnologia Equipe Darwin (2013). Especialista em Psicopedagogia com Ênfase em Educação Inclusiva pela Faculdade de Tecnologia e Ciências do Alto Paranaíba (2023).

 

Referências

Eirich, R., McArthur, B. A., Anhorn, C., et al. (2022). Association of screen time with internalizing and externalizing behavior problems in children 12 years or younger: A systematic review and meta-analysis. JAMA Psychiatry, 79(5), 393–405. Link: https://jamanetwork.com/journals/jamapsychiatry/fullarticle/2790338

Liu, H., Chen, X., Huang, M., et al. (2024). Screen time and childhood attention deficit hyperactivity disorder: A meta-analysis. Reviews on Environmental Health, 39(4), 643–650. DOI: https://doi.org/10.1515/reveh-2022-0262

Mallawaarachchi, S., Burley, J., Mavilidi, M., et al. (2024). Early childhood screen use contexts and cognitive and psychosocial outcomes: A systematic review and meta-analysis. JAMA Pediatrics, 178(10), 1017–1026. Link:https://jamanetwork.com/journals/jamapediatrics/fullarticle/2821940

Montag, C., & Becker, B. (2023). Neuroimaging the effects of smartphone (over-)use on brain function and structure—A review on the current state of MRI-based findings and a roadmap for future research. Psychoradiology, 3, kkad001. DOI:https://doi.org/10.1093/psyrad/kkad001

Santos, R. M. S., Mendes, C. G., Miranda, D. M., & Romano-Silva, M. A. (2022). The association between screen time and attention in children: A systematic review. Developmental Neuropsychology, 47(4), 175–192. PDF:https://files.commons.gc.cuny.edu/wp-content/blogs.dir/14336/files/2022/11/6.-The-Association-between-Screen-Time-and-Attention-in-Children-A-Systematic-Review.pdf

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Publicado

2026-04-02

Como Citar

VISITAÇÃO, D. D. da; SILVA, G. F. da. Uso excessivo do celular e dificuldades de atenção em crianças de 6 a 10 anos. Revista JRG de Estudos Acadêmicos , Brasil, São Paulo, v. 9, n. 20, p. e093126, 2026. DOI: 10.55892/jrg.v9i20.3126. Disponível em: https://mail.revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/3126. Acesso em: 3 abr. 2026.

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